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domingo, 29 de abril de 2012
Entrevista Programa "Drica por aí", TV Vila Imperial, Canal 19 - Petrópolis
Entrevista com Drica Madeira sobre o Espaço Breeders', amanhã!!
Na TV VILA IMPERIAL CANAL 19
PROGRAMA "DRICA POR AI!"
segunda feira 12h20 Drica por aí - Inedito
terça feira 16h00 Drica por aí - Reprise
quinta feira 21h30 Drica por aí - Reprise
on line qui:
http://www.directlive.com.br/tvi/
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Deborah Jappelli
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terça-feira, 24 de abril de 2012
Magia, fantasia e alegria!
Cozinha é... liberdade, fantasia, é criatividade. Tem quem diga que é ciência. Eu não concordo, mesmo sabendo que tem medidas, regras, e números a ser respeitados.
Acho mais que seja alquimia, e na alquimia há algo mágico. Hoje tudo é levado muito a sério, pois precisamos dificultar o simples para trazer mais proveito mas, na realidade, a cozinha das gerações que nos precederam era saudável, simples, e resultado de muitos experimentos, erros e acertos e panelas queimadas.
Muitas receitas famosas, e muitos produtos, nasceram de receitas erradas, que levaram a um resultado diferente do esperado, mas melhor ainda! Não existiam balanças eletrônicas, nem processadores multifuncionais, nem geladeiras e freezers. Alias, voltando bem atrás, nem gás nem eletricidade. Só fogão a lenha e tachos de ferro e cobre.
Bem vinda a tecnologia, para facilitar e render tudo mais rápido.
Mas não vamos perder a magia, a alquimia, e alegria de abrir uma dispensa e dizer: o que vou inventar hoje? O que posso fazer com o que tenho em casa? Aí... nascem muitas novas boas receitas.
E nada de ficar paralisados se não temos uma balança eletrônica: temos o olho, o paladar e a coragem de inventar!
Esta é, para mim, a arte da cozinha.
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Deborah Jappelli
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sábado, 21 de abril de 2012
Minha Salada Waldorf
Confesso: eu adoro saladas especiais, coloridas, alegres e
saborosas. Saladas permitem casamentos
de sabores, nutrientes, vitaminas, minerais, fibras, e proteínas e por isso
podem ser complementos ou pratos únicos e saudáveis.
Nunca deveriam faltar em nossa mesa, e podem ser sempre
diferentes.
Por isso, vou compartilhar com vocês as minhas preferidas
e as novidades que vou experimentando sempre.
Culinária é pesquisa, é experimento, é fantasia, é
generosidade, é Amor.
A primeira coisa que eu penso ao provar algo novo e
gostoso é compartilhar com quem amo, com os amigos e com o mundo.
E esta salada Waldorf é um presente de Deus!
Eu às
vezes acrescento algum detalhe às receitas de base, porque acho que nada é estático
e imutável!
E sempre convido a fazer o mesmo: tira o ingrediente que não for do
seu gosto, acrescenta algo que você acha que cai bem!
Isso é o divertido da cozinha, e este é nosso objetivo: comer bem, nos divertindo e exercitando nossa criatividade.
Isso é o divertido da cozinha, e este é nosso objetivo: comer bem, nos divertindo e exercitando nossa criatividade.
Aí vai ...
Tempo de preparo: 15 minutos
Para 6 pessoas
Para 6 pessoas
Ingredientes:
3 maças vermelhas suculentas (não farinhosa)
3 maças verde
2 talos de aipo fatiados fininhos
¼ de xícara de nozes trituradas
¼ de xícara de maionese
2 colheres de molho vinaigrette
1 colher de creme de leite
A gosto : passas e sementes de gergelim preto.
Dividir as maças em quartos, tirar o miolo, e cortar em pedacinhos de 2 centímetros.
3 maças vermelhas suculentas (não farinhosa)
3 maças verde
2 talos de aipo fatiados fininhos
¼ de xícara de nozes trituradas
¼ de xícara de maionese
2 colheres de molho vinaigrette
1 colher de creme de leite
A gosto : passas e sementes de gergelim preto.
Dividir as maças em quartos, tirar o miolo, e cortar em pedacinhos de 2 centímetros.
Colocar em uma tigela grande com o aipo e as nozes.
Em outra tigelinha colocar a maionese, o molho vinaigrette
e o creme de leite, mexendo bem.
Juntar o molho com a salada e mexer bem.
Preparar uma saladeira forrada com folhas a seu gosto:
alface crespa, rúcola, americana e servir.
(Caso seja
necessário preparar com antecedência a salada Waldorf, uma vez picadas as
maças, molhar elas com o suco de limão para que não escureçam; preparar a
salada e guardar na geladeira coberta com filme).
Molho Vinaigrette
Para meia xicara de molho:
¼ de xicara de azeite extra virgem
2 colheres de vinagre de vinho branco
1 colher de chá de mostarda de Dijon com grãos
Sal e pimenta a gosto
(para quem não gosta de vinagre, pode ser substituído com limão)
2 colheres de vinagre de vinho branco
1 colher de chá de mostarda de Dijon com grãos
Sal e pimenta a gosto
(para quem não gosta de vinagre, pode ser substituído com limão)
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Deborah Jappelli
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quarta-feira, 23 de março de 2011
A Senhora das Especiarias...
O Breeders’ foi buscar no sul de Minas Gerais os maravilhosos produtos da Senhora das Especiarias para poder proporcionar a seus clientes uma experiencia gastronomica sempre diferente, garantendo qualidade, sabor e criatividade no proprio café gourmet e em casa.
Partindo do desejo de oferecer produtos de qualidade, pesquisei e encontrei uma empresa muito interessante: A Senhora das especiarias, localizada em uma linda cidade de montanha, no sul de Minas Gerais.
Já isso prometia muito bem, pois Minas é famoso por sua comida tradicional, seus doces, queijos, e a hospitalidade tipica dos mineiros. Parti para conhecer.
Fiquei encantada com o que achei, e me apaixonei pelos produtos, pelas pessoas e pela cidade.
Antes de conhecer “A Senhora das Especiarias” , eu imaginei que fosse uma senhora já de idade, tipo vovó, de cabelo grisalho e bem gordinha...mas não era bem assim. Ela se chama Fernanda, é jovem e magrinha, e com uma grande personalidade, tipica de uma artista. E o que pode ser mais artistico e prazeroso que criar sabores, temperos e combinações de ingredientes ousadas, que produzem efeitos fantasticos no paladar?
Os produtos são fabricados sem conservantes, aditivos químicos ou corantes artificiais, de forma artesanal seguindo todos os critérios de higiene e segurança alimentar.
A Senhora das Especiarias usa açúcar orgânico, pois ele interfere menos no aroma da fruta, seu processo de clareamento é natural e saudável, além disso, seu cultivo é livre de agrotóxicos.
Utiliza só frutas de boa qualidade, aproveitando o seu doce natural, o que possibilita adicionar menos açúcar do que as geléias em geral.
O resultado é um produto delicioso, menos doce que o tradicional, com mais sabor da fruta e das especiarias, com baixas calorias naturalmente.
São geléias, antepastos, chutneys, temperos e conservas, tudo para uma gastronomia de qualidade, saudável e requintada. E fácil de preparar.
Tem geléias de linha Gourmet, para gastronomia, para ser usadas como ingredientes dos pratos, temperando-os e dando um toque sofisticado.
A linha de Chá e Flores é principalmente destinada ao acompanhamento de chás, cafés, com uso principal em torradas, pães e bolos.
Além dessas, tem também outra exclusividade: uma linha de geléias de Chocolate produzidas com cacau em pó puro, 100%, sem leite ou lactose, menos doce que os produtos à base de chocolate industrializado.
A linha de Cremes são pura fruta, com a consistência ideal para rechear crepes, folhados, pastéis, vol-aux-vents, tudo que a imaginação alcançar.
“Nossa empresa nasceu num momento em que as pessoas apuravam o seu paladar. A cozinha gourmets foi difundida no mundo inteiro e essa tendência mundial nos fez entrar no mercado para cobrir uma lacuna que existia no setor de conservas, compotas e geléias.
Viemos para a zona rural instalar nossa cozinha – experimental e aromática – e, com a proximidade, fizemos parcerias com produtores. Essa parceria nos permitiu obter produtos sempre frescos assegurando a sua qualidade. Desde então, nós fabricamos artesanalmente, obedecendo aos mais rigorosos padrões de higiene e com isso levamos ao consumidor produtos de qualidade superior para serem apreciados por quem valoriza o prazer da boa mesa.” diz Fernanda.
Só para dar água na boca, imaginem que ela e Brenna oferecem aos clientes mais de 70 diferentes produtos, um melhor do outro; vou citar só alguns entre os mais de 70 produtos:
Entre as geleias Gourmet – destinadas principalmente ao uso culinário, no preparo de molhos agridoces, recheios ou temperos: Ervas Finas, Gengibre, Laranja com Gengibre, Tangerina com pimenta, Pimenta e Alecrim, Vinho Malbec e Vinho Carmenére .
Entre as geleias de Flores: Alfazema , Hibisco, Jasmim , Rosas;
Cremes e Frutas – Linha para mesa e sobremesa- para recheio de
tortas, bolos, massa folhada, pastéis, crepes, ou preparar uma mesa de pães e torradas: Café, Creme Cappuccino, Cremosa de Limão (Lemon Curd),Damasco, Framboesa orgânica, Manga com Maracujá,Tomate .
Na linha Chocolate: Chocolate com Damasco, Chocolate com Laranja, Chocolate com Menta, Chocolate com Pimenta Rosa , Chocolate com cachaça.
Os Antepastos são divididos em Conservas e Típicos: conservas de Abobrinha, Alho à Provençal , Pimentão, e os típicos – patês de baixa caloria, digestivos e saborosos, à base de purê de maçã temperado com especiarias importadas “típicas” de alguma região ou cultura: Árabe ,Baiano, Grego, Indiano, Italiano, Italiano Picante, Mantiqueira, Oriental, Provençal.
Os Chutneys: Maçã com Castanha do Pará, Manga, Maracujá, Pêra, Tomate, Tropical.
Ou que vocês acham, amigos estrangeiros? Vale a pena conhecer o Brasil não somente para o carnaval...
Até a proxima!
Partindo do desejo de oferecer produtos de qualidade, pesquisei e encontrei uma empresa muito interessante: A Senhora das especiarias, localizada em uma linda cidade de montanha, no sul de Minas Gerais.
Já isso prometia muito bem, pois Minas é famoso por sua comida tradicional, seus doces, queijos, e a hospitalidade tipica dos mineiros. Parti para conhecer.
Fiquei encantada com o que achei, e me apaixonei pelos produtos, pelas pessoas e pela cidade.
Antes de conhecer “A Senhora das Especiarias” , eu imaginei que fosse uma senhora já de idade, tipo vovó, de cabelo grisalho e bem gordinha...mas não era bem assim. Ela se chama Fernanda, é jovem e magrinha, e com uma grande personalidade, tipica de uma artista. E o que pode ser mais artistico e prazeroso que criar sabores, temperos e combinações de ingredientes ousadas, que produzem efeitos fantasticos no paladar?
Os produtos são fabricados sem conservantes, aditivos químicos ou corantes artificiais, de forma artesanal seguindo todos os critérios de higiene e segurança alimentar.
A Senhora das Especiarias usa açúcar orgânico, pois ele interfere menos no aroma da fruta, seu processo de clareamento é natural e saudável, além disso, seu cultivo é livre de agrotóxicos.
Utiliza só frutas de boa qualidade, aproveitando o seu doce natural, o que possibilita adicionar menos açúcar do que as geléias em geral.
O resultado é um produto delicioso, menos doce que o tradicional, com mais sabor da fruta e das especiarias, com baixas calorias naturalmente.
São geléias, antepastos, chutneys, temperos e conservas, tudo para uma gastronomia de qualidade, saudável e requintada. E fácil de preparar.
Tem geléias de linha Gourmet, para gastronomia, para ser usadas como ingredientes dos pratos, temperando-os e dando um toque sofisticado.
A linha de Chá e Flores é principalmente destinada ao acompanhamento de chás, cafés, com uso principal em torradas, pães e bolos.
Além dessas, tem também outra exclusividade: uma linha de geléias de Chocolate produzidas com cacau em pó puro, 100%, sem leite ou lactose, menos doce que os produtos à base de chocolate industrializado.
A linha de Cremes são pura fruta, com a consistência ideal para rechear crepes, folhados, pastéis, vol-aux-vents, tudo que a imaginação alcançar.
“Nossa empresa nasceu num momento em que as pessoas apuravam o seu paladar. A cozinha gourmets foi difundida no mundo inteiro e essa tendência mundial nos fez entrar no mercado para cobrir uma lacuna que existia no setor de conservas, compotas e geléias.
Viemos para a zona rural instalar nossa cozinha – experimental e aromática – e, com a proximidade, fizemos parcerias com produtores. Essa parceria nos permitiu obter produtos sempre frescos assegurando a sua qualidade. Desde então, nós fabricamos artesanalmente, obedecendo aos mais rigorosos padrões de higiene e com isso levamos ao consumidor produtos de qualidade superior para serem apreciados por quem valoriza o prazer da boa mesa.” diz Fernanda.
Só para dar água na boca, imaginem que ela e Brenna oferecem aos clientes mais de 70 diferentes produtos, um melhor do outro; vou citar só alguns entre os mais de 70 produtos:
Entre as geleias Gourmet – destinadas principalmente ao uso culinário, no preparo de molhos agridoces, recheios ou temperos: Ervas Finas, Gengibre, Laranja com Gengibre, Tangerina com pimenta, Pimenta e Alecrim, Vinho Malbec e Vinho Carmenére .
Entre as geleias de Flores: Alfazema , Hibisco, Jasmim , Rosas;
Cremes e Frutas – Linha para mesa e sobremesa- para recheio de
tortas, bolos, massa folhada, pastéis, crepes, ou preparar uma mesa de pães e torradas: Café, Creme Cappuccino, Cremosa de Limão (Lemon Curd),Damasco, Framboesa orgânica, Manga com Maracujá,Tomate .
Na linha Chocolate: Chocolate com Damasco, Chocolate com Laranja, Chocolate com Menta, Chocolate com Pimenta Rosa , Chocolate com cachaça.
Os Antepastos são divididos em Conservas e Típicos: conservas de Abobrinha, Alho à Provençal , Pimentão, e os típicos – patês de baixa caloria, digestivos e saborosos, à base de purê de maçã temperado com especiarias importadas “típicas” de alguma região ou cultura: Árabe ,Baiano, Grego, Indiano, Italiano, Italiano Picante, Mantiqueira, Oriental, Provençal.
Os Chutneys: Maçã com Castanha do Pará, Manga, Maracujá, Pêra, Tomate, Tropical.
Ou que vocês acham, amigos estrangeiros? Vale a pena conhecer o Brasil não somente para o carnaval...
Até a proxima!
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Deborah Jappelli
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domingo, 6 de março de 2011
A palavra ao Sommellier Campeão do Mundo
Vinte e nove anos, nascido em Romagna, e morando em Milaõ, Luca Gardini é o melhor sommelier do mundo 2010. Este é o "Maior prêmio" para aqueles que fazem este trabalho, e Luca foi coroado em Outubro 2010 em Santo Domingo, um país onde o vinho não é produzido. "Foi uma sensação única, rara e emocionante - diz, referindo-se a quando ele ganhou este título de prestígio - mas a coisa que me deixou mais feliz foi ouvir o nosso hino tocar, porque eu fui lá, não só para mim, mas também para demonstrar que o vinho italiano não tem nada a invejar a ninguém."
Campeão europeu em 2009, é "filho d'arte": seu pai faz o mesmo trabalho e desde criança Luca nunca tive quaisquer dúvidas. Na verdade, seu primeiro curso de sommelier ele fez aos 14 anos. "Dos 7 aos 16 anos tenho me dedicado principalmente ao violino - disse Gardini - Eu realmente gosto da música. Mas o vinho escorre em minhas veias, é minha vida e eu sempre soube que este seria o meu trabalho."
E' sem dúvida um privilegiado Luca Gardini , que conseguiu transformar uma paixão em trabalho. Ciente de sua capacidade, em Santo Domingo foi capaz de reconhecer "a cega" vinhos provenientes de todo o mundo, desde a Califórnia até o Chile, para a Argentina. Era um desafio complexo.
Luca conta que passa horas na adega da casa dele, cuidando de seus vinhos, que considera como “filhos”.
O vinho é uma paixão, e ele declara ter escolhido este trabalho porque acredita na enologia italiana. "Se eu puder fazer algo para o vinho italiano, estou feliz. E a minha vitória, por outro lado é o resultado de um país que me deu tanto em termos de vinho, emoções e estímulos"
Luca Gardini começou em Florença na Enoteca Antinori, e agora trabalha no restaurante Cracco em Milão; segundo ele, as qualidades que devem pertencer a um grande sommelier são, além de humildade e ser comunicativo, a sensibilidade, em termos de sabor, mas também a capacidade de se emocionar. Luca não tem problemas em revelar suas preferências: "Se eu puder escolher, eu prefiro um Nebbiolo e um Sangiovese, mas também alguns Barolo e Brunello me deram grandes emoções. Mas não devemos esquecer também o Verdicchio, ou o Carricante dell'Etna.
Para um sommelier também é importante conhecer os segredos da culinária: o vinho tem que acrescentar e complementar a comida e vice-versa.
Convencido de que é necessário redescobrir os vinhos rosados, incluindo orgânicos e biodinâmicos "se estes são realmente bons e produzidos seguindo os critérios desse tipo de produção", o Sommelier campeão do mundo diz que "do vinho tudo foi escrito e nada foi escrito, pois uma das suas "qualidades" é que sempre muda e evolui.
" Mas, não há dúvida de que “a melhor maneira” de mantê-lo em casa é mantê-lo na horizontal para que a tampa esteja sempre em contato com o vinho, num ambiente mais escuro possível e, o mais fresco possível. No caso dos vinhos brancos é melhor manter as garrafas na geladeira para manter uma evolução mais constante. "
Para escolher um bom vinho, finalmente, Luca Gardini diz que devemos em primeiro lugar, estabelecer um range. E muitas vezes, um preço mais baixo não significa necessariamente que iremos beber um vinho menos bom.
Um grande ponto a favor da Itália em relação à França, é que é capaz de produzir excelentes vinhos com preço médio e baixo.
Além do preço, temos de entender o que queremos beber, se um vinho mais ou menos suave, fresco ou frutado ".
Quando você sai para jantar com alguém, você nem sempre conhece o cardápio. E como pode escolher um vinho sem cometer erros? Luca diz que "as bolhas" são a escolha mais tranquila, a numero um, pois satisfazem acompanhadas com tudo e a todos.
“Nós não podemos acompanhar um tinto importante com um peixe cru. Podemos aconselhá-lo para acompanhar uma carne estruturada, com a qual podemos servir também um frisante um pouco mais evoluído, macio.”
Mas Luca quer acabar também com o mito de que peixe não pode jamais ser acompanhado por vinho tinto: "Como a carne, o peixe também pode ter mais ou menos de gordura, e temos preparações diferentes. E' possível combinar com alguns peixes vinhos tintos de médio corpo, não muito estruturados, com boa acidez. Um conselho que posso dar é servi-los um pouco mais frescos, não frio, cerca de 14 graus. O Grignolino por exemplo, acompanha peixe muito bem.
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Deborah Jappelli
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domingo, 27 de fevereiro de 2011
Pão artesanal
Minha origem italiana não podia permitir que o Pão ficasse de fora do Breeders' por muitos motivos que vão bem além do fato do pão acompanhar muito bem os sabores que pretendemos compartilhar aqui.
Pão é vida. Pão é nossa história. A história da humanidade. Pão é alimento.
O pão tem aromas, sabores e valores nutricionais.
Mas de que pão estamos falando? Para o pão manter vivas estas qualidades e características tem que ser pão feito respeitando as etapas de produção dos pães artesanais. O pão é um produto artesanal, o padeiro é um artesão. Pode usar uma masseira lenta para ajudar em fazer a massa, mas nunca deveria alterar quimicamente o produto, acelerar o processo de fermentação e utilizar conservantes, corantes e aditivos num alimento tão puro e sagrado.
Mas isso é o que acontece nos dias de hoje, na maioria dos casos. As farinhas são premix, levam muita coisa além do trigo moído, e muitas menos do trigo integral.
Pão é vida. Pão é nossa história. A história da humanidade. Pão é alimento.
O pão tem aromas, sabores e valores nutricionais.
Mas de que pão estamos falando? Para o pão manter vivas estas qualidades e características tem que ser pão feito respeitando as etapas de produção dos pães artesanais. O pão é um produto artesanal, o padeiro é um artesão. Pode usar uma masseira lenta para ajudar em fazer a massa, mas nunca deveria alterar quimicamente o produto, acelerar o processo de fermentação e utilizar conservantes, corantes e aditivos num alimento tão puro e sagrado.
Mas isso é o que acontece nos dias de hoje, na maioria dos casos. As farinhas são premix, levam muita coisa além do trigo moído, e muitas menos do trigo integral.
A gente faz isso: tira o bom, coloca o ruim e ...come!
Bom...iremos falar muito ainda sobre Pão nestas paginas.
Por enquanto quero só dizer para vocês que vem pão por aí....
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Deborah Jappelli
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Mandioca, a raiz do Brasil - publicado em Venezia Eventi
Mais uma minha matéria para o site www.veneziaeventi.com , que quero compartilhar com vocês!
Muitos brasileiros não sabem o quanto a mandioca é especial, e nem imaginam que em muitas partes do mundo as pessoas não conhecem esta raiz e as mil possibilidades de utilizá-la na culinaria.
Aqui vai...
Muitos brasileiros não sabem o quanto a mandioca é especial, e nem imaginam que em muitas partes do mundo as pessoas não conhecem esta raiz e as mil possibilidades de utilizá-la na culinaria.
Aqui vai...
Iniciarei com esta, uma série de matérias sobre alimentos e ingredientes típicos da culinária Brasileira.
Uma atenção especial para ela: a raiz do Brasil, a Mandioca.
Não se pode falar de alimentos tradicionais Brasileiros sem falar da mandioca.
Desde minha infância, quando passava as férias neste maravilhoso país, eu me apaixonei por ela! Se consideramos a batata versátil, a mandioca é algo que surpreende.
Subprodutos da mandioca são irreconhecíveis, de tanto diferentes; alguns eu só descobri que era mandioca depois de muito tempo que estava aqui.

Subprodutos da mandioca são irreconhecíveis, de tanto diferentes; alguns eu só descobri que era mandioca depois de muito tempo que estava aqui.

Mas o que é a Mandioca?
A mandioca é uma raiz; pelo lado de fora ela parece uma madeira, tem uma casca áspera e fibrosa de cor marrom; por dentro tem uma polpa branca ou amarelinha.
Mandioca é o nome pelo qual é conhecida a espécie comestível e mais largamente difundida do gênero Manihot, composto por diversas variedades de raízes comestíveis.


Existem principalmente dois tipos: a Mandioca utilíssima ( aipim ou macaxeira) que pode ser comida em pedaços , frita, como alimento sem passar por um processo de retirada de uma substancia toxica, chamada de cianeto, e a Mandioca esculenta, usada apos a retirada deste acido, para fazer vários tipos de farinhas.
O nome dado ao arbusto da manihot é Maniva. Trata-se de um arbusto que teria tido sua origem mais remota no oeste do Brasil (sudoeste da Amazônia) e que, antes da chegada dos europeus à América, já estaria disseminado, como cultivo alimentar, até à Mesoamérica (Guatemala, México). Espalhada para diversas partes do mundo, tem hoje a Nigéria como seu maior produtor.
No Brasil possui muitos sinônimos, usados em diferentes regiões, tais como aipi, aipim, castelinha, macaxeira, mandioca-doce, mandioca-mansa, maniva, maniveira, pão-de-pobre, e variedades como aiapuã e caiabana, ou nomes que designam apenas a raiz, como caarina.
Foi cultivada por várias nações indígenas da América Latina que consumiam suas raízes, tendo sido exportada para outros pontos do planeta, principalmente para a África, onde constitui, em muitos casos, a base da dieta alimentar.
No Brasil, a raiz tuberosa da mandioca é consumida na forma de farinhas, como a farinha de mandioca e "tapioca" ou em pedaços cozidos ou fritos.
Está presente também no preparo de receitas típicas da Amazônia como o "tacacá", o molho "tucupi" , e com suas folhas cozidas prepara-se a "maniçoba".
Dela também são feitas bebidas como o "cauim"(indígena) feito através de fermentação e a "tiquira", um tipo de cachaça ou aguardente produzida por meio de um processo de destilação. Possui elevado teor alcoólico e é comum no estado do Maranhão, mas pouco conhecida no restante do Brasil.
Só poucos anos atrás, quando mudei para o Brasil definitivamente, descobri que o famoso pão de queijo, que eu comia desde criança, também é feito com uma das farinhas derivadas da mandioca: o "polvilho" (fécula de mandioca), doce ou azedo, que serve para a preparação de diversas comidas típicas e do próprio pão de queijo.
Outras preparações a base de mandioca são: a tapioca, o bobó, bolinhos, farofa, paçocas, pão-de-queijo, pirão, queijadinha, vaca atolada, alguns bolos e outras.
Iremos falar de cada uma delas nesta nossa viagem juntos pela culinária do Brasil!
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Deborah Jappelli
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sábado, 5 de fevereiro de 2011
Minha relação com a comida...
Aqui segue uma matéria que postei no Blog do amigo Marco, falando sobre comida.
E' só clicar e conhecer o Blog Boca Rouge!
http://bocarouge.blogspot.com/2011/02/minha-relacao-com-comidapor-deborah.html
E' só clicar e conhecer o Blog Boca Rouge!
http://bocarouge.blogspot.com/2011/02/minha-relacao-com-comidapor-deborah.html
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Deborah Jappelli
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